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Minas Trend, dia 2: mix de estampas, a volta do plástico, setentismo e até show da Ludmilla movimentam o último dia de desfiles | Assuntos de Mulher | Dicas, Truques , Cabelos e Maquiagens
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Minas Trend, dia 2: mix de estampas, a volta do plástico, setentismo e até show da Ludmilla movimentam o último dia de desfiles





O segundo #8211; e último! #8211; dia de desfiles da 22ª edição do Minas Trend começou com uma ótima surpresa: a moda ousada e cheia de humor da Virgílio Couture. E encerrou mais do que bem, com um show para lá de animado de Ludmilla, que fez ao vivo a trilha sonora da Skazi.

Donna, claro, esteve em Beagá e mostrou os principais highlights do que rolou por aqui. Veja como foi nossa cobertura nas redes sociais pela #DonnaNoMinasTrend. A seguir, os melhores momentos do dia.

Virgílio Couture e o street festa 

Ousadia e bom-humor são palavras que podem (tentar) definir o verão da Virgílio Couture, que abriu este segundo dia de desfiles do Minas Trend. Na passarela, o “street festa” assinado por Virgílio Andrade, que investiu numa alfaiataria estruturada na coleção “Construção 02”. A estampa preferida foi a cinha, que surgiu com força #8211; aqui, construída a partir de pinceladas de nanquim. O crash de estampas aparece na mistura do animal print com o xadrez. Parece sobreposição, né? Mas é quase como um patchwork, ponto de partida para vestidos e saias de comprimentos que passam pelo mídi e o longo.

 

Mollet e a nova da do plástico

A exemplo da última coleção, a “404″, a Molett retoma o trabalho com o plástico em shapes mais modernos. Agora, investe também em detalhes com fios naturais #8211; reparou nos ombros do look? As listras aparecem como ponto de partida da coleção “Saramandaia”, construída a partir de uma “antropofagia cultural”. Parkas ganham comprimentos mais alongados, em sintonia com as linhas mais soltas. Olho também nas bolsas tramadas, que provam que o o feito à mão conquista cada vez mais espaço.

 

Anne Est Folle e a estamparia marcante e colorida

Com máscaras de tricô no rosto, a Anne Est Folle abriu seu terceiro desfile na passarela do Minas Trend. A feminilidade da marca transparece nos vestidos com silhueta marcada, com saias levemente abaloadas. Ganha força com as estampas únicas da etiqueta: os prints digitais remetem a florais, raízes e cascas de árvores, mas também a paisagens urbanas e cristais. Ainda há espaço para o tie-dye, em versões pintadas â mão. O handmade, aliás, também se faz presente em tramas e macramés. Além da mistura de estamparia e da profusão de cores #8211; este, aliás, promete ser um verão de paleta variada! -, o brilho da seda também merece destaque, e dá leveza ao mix de informações.

 

Chocker e o setentismo

Mais uma vez, o perfume setentinha aparece na passarela deste Minas Trend. Para a coleção Chelsea Girls, a Choker buscou inspiração em toda a efervescência de Londres nas décadas de 60 e 70. As estampas, destaque absoluto do verão da marca, trazem referência dos desenhos que a estilista polonesa Barbara Hulanicki criara para sua grife, a icônica BIBA: garotas para lá de descoladas, com lábios e...

olhos expressivos, que surgem no print #8220;Make-Up”. Olho também nos belos bordados que reforçam a pegada vintage da etiqueta #8211; aqui, com a companhia de pedrarias. Babados, plissados e volumes se contrapõe a alfaiataria da Choker, e provam que podem funcionar muito bem em parceria.

 

NotEqual e a ergonomia necessária

Roupas que podem ser vestidas tanto de frente quanto de costas. E que não se atém, necessariamente, as medidas do manequim. Que respeitam o movimento, a forma e a interpretação que cada corpo dará a elas. Assim é o verão da NotEqual, marca sem gênero e tamanho pré-definidos que estreou na passarela do Minas Trend nesta edição. Mente criativa por trás da etiqueta, Fabio César volta ao Brasil depois de oito anos morando nos Estados Unidos. De lá, traz a liberdade e a dissolução constante de regras que a moda americana vem propondo, ainda que aos poucos. A ideia é ser multi: multiuso, multigênero, multicriativo. Para isso, o estilista rompe com a alfaiataria tradicional, e faz reinterpretações com muita assimetria e quebra de proporções, em uma paleta que vai do rosé ao azul marinho.

 

 

Skazi e o paetê com pegada sporty

Ludmilla colocou os convidados da Skazi para dançar e fechar com tudo esta 22ª edição do Minas Trend. Com direito a show ao vivo na passarela, a cantora surgiu com um look moderninho #8211; a cara da coleção e dela mesma, que tem flertado cada vez mais com a moda #8211; para cantar sucessos como Cheguei e Hoje na trilha-sonora do desfile. Bem-humorada que só, contornou rapidinho o engano ao se despedir do público com um #8220;Boa noite, São Paulo”. #8220;Opa, é Beagá”, riu a funkeira. A escolha de Lud tem a ver com a pegada da marca, que tem trazido mais referências mais pop para as coleções. Embora seja inspirada na tenista Billie Jean King #8211; que chamou a atenção para a igualdade entre homens e mulheres no esporte na década de 1970 -, o verão da marca tem um tempero para lá de atual. Estavam lá, claro, reinterpretações do uniforme das tenistas, mas em versões mais sofisticadas, em linho, tricô e couro fake. A pegada navy deixa ainda mais interessantes os coletes em alfaiataria, enquanto o paetê deixa looks com vibe esportiva mais glamurosos. Para encerrar a noite, a presença da atriz Juliana Paes na passarela, que rodopiou e fez graça ao som de Ludmilla.

O Minas Trend, dia 2: mix de estampas, a volta do plástico, setentismo e até show da Ludmilla movimentam o último dia de desfiles em Donna.

Fonte: Donna





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